segunda-feira, 20 de abril de 2009

O futuro problemático dos jornais impressos

Ficará difícil a sobrevivências do impressos no futuro, é o que afirma Ethevaldo, colunista do jornal Estado de São Paulo e comentarista da rádio CBN.Ele analisou com embasamento nos 50 trabalhos de 50 cientistas e futurologistas o impacto das tecnologias da informação e comunicação na humanidade. Estudou também o desempenho dos jornais nos últimos 20 anos e na atualidade, e concluiu que os jornais impressos futuramente terão menos tiragem e serão publicado para leitores específicos.
O jornalista Ethevaldo Siqueira, especialistas em telecomunicações e mídia digital na imprensa brasileira, tem afirmado que os jornais impressos tendem a acabar num prazo de 20 anos. Em sua opinião, as pessoas que procura informações não recorrem mais aos jornais para adotar informação de efeito de políticas e outros fatos que são noticiados antes pelo rádio, televisão e internet.

Cada dia torna-se mais difícil para agencias de noticias manter-se no mercado

Nos dias de hoje, onde matérias primas de informação passaram a ser de livre acesso na internet, para meios de comunicações como, jornais, revistas, rádios e TVs, tornou-se então um barateamento em seus custos, o que, para às agencia de noticias ficou difícil sobreviver a essa mudança tecnológica. A agência de assessoria de noticias AP “Associated Press” ,é uma empresa pioneira na área,que foi fundada no ano de 1846 ,que, até a década de 70, durante uma comunicação escassa , liderou o mercado de noticias para jornais, revistas, rádios e TVs. Hoje como varias outras assessorias de noticias a AP enfrenta um processo de mutação perante os avanços tecnológicos para tentarem sair do sufoco.
Ficando claro que a empresa é mais uma ameaçada perante a tecnologia, e obrigando varias empresas a se revitalizarem de alguma forma ou estarão fora do mercado em alguns anos.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Produtores: Luana Lara e Luis Fernando

Tendências do universo on-line

O jornalismo on-line é universal. O conteúdo está disponível para todo mundo. Entre tanto é preciso fornecer referências para situar o leitor. Exemplo disso é a localização de determinada cidade em relação a capital do estado a que pertence.
Grande vantagem do jornalismo digital é a instantaneidade. Porém pode gerar inúmeros erros. Se tratando da internet, veículo rápido e dinâmico, tem que ser sempre atualizado.
A Linguagem utilizada neste meio é imediatista, sem grandes rebuscamentos. Noticia o fato na hora em que ele acontece.
O hiperlink é outra ferramenta do on-line. Possui linguagem fracionada. Há aprofundamento e técnicas para despertar a curiosidade.
Interatividade é a linguagem que permite colaboração. Está sujeita a críticas e pemite acréssimos valiosos.
A perenidade é a memória que tende ao infinito. O conteúdo pode ser costumizado. Sem contar a convergência, reprodução em série.

Redação on-line

A equipe de uma redação on-line:
  • Webwriting: responsável pela produção dos textos jornalisticos e edição. Além de também fazer um esboço quanto a disposição de conteùdo e imagens na web.
  • Webmaster: realiza tratamento de fotografias no Photoshop. É ele quem "joga" todo o material na rede. Enfim, é encarregado pelo layout do site.
  • Suporte técnico: mantém o site no ar sem erros e demoras. Garante o bom funcionamento do espaço on-line.
  • Editor chefe: seleciona as notícias que serão postadas. Ele revisa os textos, quando possível, e também faz a escolha das fotos.

Transposição do impresso para o digital

Três fases marcaram a transposição do impresso para o digital. Na primeira os jornais postavam o mesmo conteúdo e o unico diferencial era a galeria de fotos. Em 1995, o Jornal do Brasil foi pioneiro na artimanha. Na época, cerca de 30 jornais mapeados na internet, quatro eram atualizados, seis usavam recurso multimidia e o restante não mudava. O Jornal Gazeta utiliza-se do mesmo método.
A segunda fase é caracterisada pelo uso de alguns recursos multimidiáticos: hiperlink, entre outras atualizações. A copa do mundo de 2008 ajudou impressos usarem na internet textos em primeira pessoa e fotos diferenciadas. Em Varginha, o site blogdomadeira apresenta aos internautas este tipo de recurso.
A globalização contribuiu para o avanço constante da tecnologia. A web 2.0 é o rótulo da terceira fase da transposição do jornalismo impresso para on-line. Nesta etapa é oferecido maior interação, recursos de áudio e vídeo, além da colaboração do internauta. Este é o primeiro método da área em que não é necessário um proficional especializado. O site terra.com.br mostra além de atualizações instantânea a participação do cidadão brasileiro com o link vc repórter.

domingo, 9 de novembro de 2008